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Vigilância Inteligente ou Controle Totalidade
Vigilância Inteligente ou Controle Totalidade

As câmeras de monitoramento estão se tornando cada vez mais inteligentes, com a capacidade de prever crimes antes que aconteçam, graças à inteligência artificial. veja os números e dados relevantes Essa tecnologia, conhecida como policiamento preditivo, está sendo aplicada em cenários cada vez mais complexos, desde a segurança em empresas até a vigilância em áreas públicas. Com a ajuda de algoritmos avançados, esses sistemas podem analisar imagens de câmeras e identificar movimentações suspeitas, emitindo alertas quando algo fora do padrão for detectado.

A empresa NoLeak, por exemplo, desenvolveu um sistema de policiamento preditivo que pode ser conectado a câmeras de segurança convencionais, transformando-as em ferramentas capazes de prever possíveis crimes. O sistema funciona analisando os metadados das imagens, que são sequências numéricas que representam os elementos do vídeo, e identificando saiba o que realmente está em jogo padrões normais e anormais. Se um padrão for alterado, o sistema emite um alerta, que é então revisado por responsáveis, como chefes de segurança da empresa.

Outras empresas, como a Actuate, a AxxonSoft e a Coram, também estão desenvolvendo soluções semelhantes, que prometem transformar câmeras de segurança convencionais em sistemas capazes de prever possíveis crimes. No entanto, especialistas apontam que essa tecnologia pode restringir o direito de ir e vir dos cidadãos, pois pode ser usada para monitorar e controlar a movimentação de pessoas em áreas públicas. Além disso, veja como isso se desenrola nos próximos dias há o risco de que esses sistemas sejam usados de forma discriminatória,targetizando certos grupos ou comunidades.

A coordenadora de confira o que está por vir pesquisas do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (IRIS-BH), Fernanda Rodrigues, alerta que a falta de regulação e transparência sobre o uso desses sistemas é um problema grave. Ela afirma que não há estudos independentes que avaliem a precisão e a eficácia desses sistemas, e que a opacidade é um dos principais problemas. Além disso, há o risco de que esses sistemas sejam usados para potencializar a vigilância em certas áreas ou comunidades, como já foi visto em outros países.

Um exemplo disso é o caso do PredPol, um sistema de policiamento preditivo que foi usado pela polícia de Los Angeles, nos Estados Unidos. O sistema reunia dados históricos sobre crimes e usava algoritmos para identificar áreas de alto risco, onde os policiais deveriam fazer rondas. No entanto, o sistema foi criticado por ser discriminatório, veja como isso se desenrola nos próximos dias pois levou a uma aumento de abordagens policiais indevidas em bairros com renda familiar mais baixa e menor proporção de moradores brancos. O PredPol deixou de ser usado em 2020, após pressão de grupos ativistas que criticaram a falta de eficiência do programa e a vigilância excessiva em comunidades negras e latinas.

No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece regras para o tratamento de informações sensíveis, como a biometria facial, mas não há uma lei específica para regulamentar sistemas de policiamento preditivo. Uma portaria publicada em 2025 pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública estabeleceu que as polícias podem usar inteligência artificial, mas devem realizar revisões humanas em casos de possíveis riscos a direitos fundamentais. Além disso, um projeto de lei em discussão no Congresso pode classificar como de alto risco os sistemas de IA usados por policiais para analisar grandes volumes de dados e identificar padrões veja os números e dados relevantes e perfis comportamentais.

A falta de regulação e transparência sobre o uso desses sistemas é um problema grave, pois pode levar a abusos de poder e violações de direitos humanos. Além disso, há o risco de que esses sistemas sejam usados para controlar e monitorar a movimentação de pessoas em áreas públicas, o que pode ter um impacto negativo na liberdade e na privacidade dos cidadãos. Por isso, é fundamental que haja uma discussão pública e transparente sobre o veja como isso afeta o mercado uso desses sistemas e que sejam estabelecidas regras claras e eficazes para garantir que sejam usados de forma responsável e respeitosa dos direitos humanos.

A empresa NoLeak, por exemplo, afirma que seu sistema de policiamento preditivo é capaz de reduzir o cansaço visual dos operadores e permitir que eles monitorem até 10 vezes mais câmeras com o mesmo número de funcionários. Além disso, o sistema pode ser usado para verificar se há erros em uma linha de produção e se funcionários estão fora do posto de trabalho, o que pode ajudar a aumentar a eficiência das empresas. descubra o que está por trás da decisão No entanto, é fundamental que esses sistemas sejam usados de forma responsável e transparente, e que sejam estabelecidas regras claras e eficazes para garantir que sejam usados de forma responsável e respeitosa dos direitos humanos.

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📌 Fonte da notícia original: G1 Tecnologia

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